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LIMOUSIN NA FEICORTE 2008  
Data: 07/07/2008
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Lucymar Marçal é uma das novas criadoras, com André Manhani, tradicional criador.
Nelson Paganini (da GrandLuxor) e Conceição Baer (da Agropecuária Ipê)
Carlos Manhani (da Analuz) e Wilson Moço (da Flamboyant), criadores desde 2001
Manuel com o filho Gabriel e o neto Manuel, a família Mato Souto conferindo os resultados
Carlos Vilhena, Carlos Manhani e os irmãos Serafim Junior e Luiz Meneghel, da Estância 3M
Eduardo Paganini e Fabiana, da Grand Luxor
Leandro Preter Afonso e Sylvia, da Grand Luxor
LIMOUSIN NA
FEICORTE 2008

Confirmado a consolidação do cruzamento industrial para o mercado da carne no Brasil, o avanço da Raça Limousin se evidencia e embala os novos criadores.

Aos tradicionais, o crescimento já era esperado.

A notícia do crescimento do aumento da comercialização de sêmen em 2007, em relação a 2006, para as raças européias de corte, foi um dos assuntos mais comentados durante a Feicorte 2008.

Para a Raça Limousin, os resultados deram o tom nas conversas de bastidores. Isso devido ao fato da superação das expectativas de venda para a Raça, cuja comercialização alcançou mais de 100% em 2007 (tendo base 2006) para touros nacionais e chegou à casa dos 85% na venda total no ano.

A procura por sêmen de reprodutores Limousin têm expectativa de ser ainda maior em 2008, pois há correlação entre a demanda de sêmen e a venda de reprodutores, que caminha em forte ascendência, deixando os criadores da raça pura com o estoque de touros bem reduzido. Analisando, ainda não chegamos à estação de monta, e caso a safra de touros não suprir a necessidade do mercado, certamente a solução será o emprego da técnica da inseminação artificial. As centrais de inseminação já estão avaliando seus estoques e algumas estão contratando reprodutores.

A procura por reprodutores está muito evidenciada. A ABL vem recebendo, com freqüência, a solicitação por pecuaristas interessados em produzir o cruzamento industrial com Limousin.
A falta de produto para terminação mais rápida e o avanço do mercado nacional e mundial, exigindo cada vez mais uma carne de melhor qualidade, fez com que os pecuaristas voltassem suas intenções para reprodutores que oferecessem a condição de obter produtos mais precoces. É nesta precocidade que está a maior rentabilidade na propriedade e na melhor qualidade do produto final, pois quanto mais jovem for o animal para o abate, melhores as qualidades organolépticas da carne (maciez, suculência e sabor).

A Associação evidencia uma maior procura nos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, porém, também cresce de forma sólida em Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e ultimamente em Goiás e na Bahia.

Autor:
Pedro Nunes
Superintendente Técnico
Assoc. Brasileira de Limousin
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