CAPITULO V

PADRÃO RACIAL

PRESCOÇO E CORPO

IDEAIS

ERMISSÍVEIS

DESCLASSIFICAM

ESTADO GERAL

SADIO, VIGOROSO 

   

DESENVOLVIMENTO

BOM, DE ACORDO COM A IDADE

MÉDIO

 

CONSTITUIÇÃO

GRANDE, LARGO, LONGO E PROFUNDO

   

OSSATURA

OSSATURA FORTE, MAS NÃO PESADA

MÉDIA

MUITO LONGA E PESADA

MUSCULATURA

BEM DESENVOLVIDA

   

MASCULINIDADE/FEMINILIDADE

BEM ACENTUADA DE ACORDO COM O SEXO

 

CARACTERÍSTICAS INVERSAS OU DUVIDOSAS 

TEMPERAMENTO

ATIVO E DÓCIL

 

TEMPERAMENTO NERVOSO

CABEÇA

APARÊNCIA GERAL

MÉDIA, FORTE, PROPORCIONAL AO CORPO

PESADA

LEVE, DESCARNADA

PERFIL

RETILÍNEO

 

CONVEXO E SUBCONVEXO

FRONTE

MÉDIA, PLANA, APRESENTANDO LIGEIRA DEPRESSÃO ENTRE AS ÓRBITAS

   

CHANFRO

RETO, CURTO NAS FÊMEAS E MÉDIO NOS MACHOS

 

TORTO

FOCINHO

LARGO COM NARINAS SEPARADAS E DILATADAS

 

FALTA TOTAL DE PIGMENTAÇÃO

ORELHAS

PEQUENAS, FINAS E COM VIVACIDADE

 

GRANDES

CHIFRE

LEVE, DE COMPRIMENTO MÉDIO NA BASE, FINA NAS EXTREMIDADES. CLARO OU ESCURO, OVAL OU CILÍNDRICO

MOCHO E DESCORNADOS

 

BOCA

   

PROGNATISMO,

AGNATISMO

 

PESCOÇO E CORPO

IDEAIS

PERMISSÍVEIS

DESCLASSIFICAM

PESCOÇO

MUSCULOSO, MÉDIO, BEM INSERIDO À CABEÇA E TRONCO, BARBELA APARENTE, SALIENTE, GIBA PARA OS MACHOS ADULTOS

CURTO, COMPRIDO, EXCESSO BARBELA (até certo limite)

PEITO

LARGO E PROFUNDO

MÉDIO, ESTREITO, SEM PRODUNDIDADE

MUITO ESTREITO, SEM MUITA PROFUNDIDADE

LINHA DE DORSO

RETA, LARGA, HORIZONTAL, COMPRIDA E FORTE

LIGEIROS DESVIOS

CIFOSES, LORDOSES OU ESCOLIOSES ACENTUADAS

BACIA

QUANTO À INCLINAÇÃO: LEVEMENTE INCLINADA

INCLINAÇÃO MÉDIA , OU PLANA

INVERTIDA, OU EXTREMAMENTE INCLINADA.

QUANTO À CONFORMAÇÃO: PLANA, COMPRIDA E LARGA.

 

DE COMPRIMENTO E LARGURA MEDIANOS. ANGULAÇÃO MÉDIA

ESTREITA, CURTA, ANGULAÇÃO EXCESSIVA.

SACRO

NÃO SALIENTE, NO MESMO NÍVEL DA BACIA

SALIENTE

CAUDA E VASSOURA

INSERÇÃO HARMONIOSA, LARGA NA BASE AFINANDO PARA A EXTREMIDADE;

INSERÇÃO ALTA

TÓRAX, COSTELAS,

FLANCOS E VENTRE

TÓRAX LARGO E PROFUNDO. COSTELAS COM OSSOS LARGOS, CHATOS E BEM AFASTADOS NA PARTE POSTERIOR, SEM DEPRESSÃO ATRÁS DAS PALETAS. FLANCOS PROFUNDOS, VENTRE AMPLO, DESENVOLVIMENTO HARMONIOSO EM RELAÇÃO AO TAMANHO DO ANIMAL

MUSCULATURA INSUFICIENTE, TÓRAX ESTREITO

UMBIGO

REDUZIDO

MÉDIO

LONGO, HÉRNIA

 

MEMBROS

IDEAIS

PERMISSÍVEIS

DESCLASSIFICAM

ANTERIORES

MÉDIOS, FORTES, BEM SEPARADOS E APRUMADOS.BEM INSERIDOS

 

EXPOSTO OU SOLTO EM SUA INSERÇAO, MUSCULATURA FRACA.

EXCESSIVAMENTE LONGOS. EM DESPROPORÇÃO AO CORPO.

POSTERIORES

DE COMPRIMENTO MÉDIO, COXAS E PERNAS COM BOA MUSCULATURA

ATÉ O JARRETE, COM ESPAÇO SUFICIENTE PARA O ÚBERE NAS FÊMEAS

 

EXCESSIVAMENTE LONGO OU CURTO EM DESPROPORÇÃO AO CORPO. APRUMOS DEFEITUOSOS. ABERTURA PEQUENA ENTRE OS JARRETES

CASCOS

DE AMARELO A PRETO, MÉDIOS, LISOS, BEM CONFORMADOS E RESISTENTES, PROPORCIONAL AOS MEMBROS

ACHINELADOS, TALÃO BAIXO.

DESPIGMENTADOS, SEPARADOS, DEFORMADOS

 

ÓRGÃOS GENITAIS

IDEAIS

PERMISSÍVEIS

DESCLASSIFICAM

BOLSA ESCROTAL

CONSTITUÍDA POR PELE FINA, FLEXÍVEL E BEM PIGMENTADA, COM TESTÍCULOS DE DESENVOLVIMENTO NORMAL

 

ANORQUIDICOS, MONORQUÍDICOS, CRIPTORQUIDICOS,

HIPERPLÁSICOS, HIPOPLÁSICOS, MUITO ASSIMÉTRICOS, ADERIDOS, FIBROSADOS, FLÁCIDOS

BAINHA

RECOLHIDA

MÉDIA

EXCESSIVA

PREPÚCIO

RECOLHIDO

MÉDIO

EXCESSIVO

ÚBERES, TETAS E VIAS MAMÁRIAS

BEM CONFORMADOS. DE DESENVOLVIMENTO MÉDIO COM QUARTOS SIMÉTRICOS, HARMONIOSOS, BEM SUSTENTADOS. ANTERIORES HARMONIOSAMENTE INSERIDOS NO VENTRE, POSTERIORES COM INSERÇÃO MÉDIA. QUATRO TETAS DE ESPESSURA E COMPRIMENTO MÉDIOS. PELE FINA, MACIA E FLEXÍVEL. AUSÊNCIA DE TETAS EXTRANUMÉRICAS

ÚBERE DE CONFORMAÇAO MAIOR.

LIGAMENTOS E VEIAS

APARENTES

 

VULVA

DE CONFORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO NORMAIS

 

ANOMALIAS

 

PELAGEM

IDEAIS

DESCLASSIFICAM

VARIAÇÕES

DO TRIGO AO VERMELHO, PASSANDO PELO MARROM E COLORAÇÀO PRETA

PÊLO

FINO E CURTO

 

PELE

RÓSEA AO PRETO

DESPIGMENTADA

OBS: Manchas claras são permissíveis desde que se encontrem na região ventral do animal, já outros casos de manchas devem ser analisados e encaminhados ao Conselho Técnico para avaliação e homologação.

CAPÍTULO VI

DO REGISTRO EM GERAL

Art. 40º. - Para bem atender as finalidades enunciadas no art.2. do presente documento, o SRG promoverá, em livros abertos e/ou fechados apropriados, a anotação de todas as ocorrências desde a cobertura até a morte, que foram comunicadas pelo respectivos proprietários nos termos deste regulamento.

Parágrafo único: A falta de comunicação de qualquer ocorrência é considerada infração, sujeita ser autor às penalidades previstas neste regulamento.

Art. 41º. - Os livros serão formados pelos registros dos animais que receberão uma identificação, composta de até quatorze dígitos, que será utilizada com o propósito de permitir perfeita identificação dos animais Limousin, inclusive com a utilização de computação eletrônica.

Parágrafo 1o. - Aos animais Limousin que, tendo sido anteriormente registrados pela Associação Nacional de Criadores, e por ocasião da inspeção técnica para confirmação do registro, estejam vivos, forem solicitadas pelo proprietário a emissão de Certificado de Registro à ABCL, manterão, desde que isso não incorra em duplicidade, a nomenclatura de registro atribuída anteriormente. A critério do Superintendente pode-se à optar por manter a identificação original em animais ou sêmen importados.

Parágrafo 2o. - Aos animais e sêmen Limousin importados se aplicará o identificador original sempre que isto não redunde em duplicidade.

Parágrafo 3o. - Aos animais Limousin nascidos no Brasil que não se enquadrem no disposto nos parágrafos 1o. e 2o. do Art. 42.,será aplicado número de registro conforme um identificados composto de até doze dígitos que será construído de acordo com a seguinte técnica:

a. Primeiros três dígitos.

a.1 Puros de Origem;

a.1.1. Os dois primeiros dígitos serão compostos pelos caractere BP significando "Brasil Puro"

O terceiro digito será anotado M para machos e F para fêmeas.

a.2. Puros por Cruzamento

a.2.1. Os dois primeiros dígitos serão compostos pelos caracteres BC significando "Brasil Puros por Cruzamento". O terceiro digito será anotado M para machos e F para fêmeas.

a.3. Mestiços

a.3.1. Os dois primeiros dígitos serão compostos pelos caracteres BX significando "Brasil Mestiço". O terceiro será anotado M para machos e F para fêmeas.

b. O quarto digito será hífen, com finalidade de separar partes do identificador.

c. O quinto e sexto dígitos deverão informar o ano de nascimento não guardando relação com a data de registro ou inspeção.

d. O sétimo, oitavo, nono, décimo e décimo primeiro dígitos refletirão uma série numérica crescente que se inicia em 1(um) prossegue até 99999(noventa e nove mil e novecentos e noventa e nove), alinhados pela direita com os espaços a esquerda preenchidos com zeros. Ao se esgotar a série, o Conselho Técnico definirá a nova técnica de numeração.

Art. 42º. - O SRG, utilizará em seus trabalhos os seguintes livros :

1. Registro de nascimento de Machos e Fêmeas - PO.

2. Registro Definitivo de Machos e Fêmeas - PO.

3. Registro de nascimento de Machos e Fêmeas - PC.

4. Registro Definitivo de Machos e Fêmeas - PC.

5. Registro Definitivo de Fêmeas – PCOD.

6. Controle de Genealogia de nascimento para Machos e fêmeas - produtos de Cruzamento sob controle      de Genealogia - CCG.

7. Controle de Genealogia Definitivo para Machos e Fêmeas - produtos de Cruzamento sob controle de Genealogia - CCG.

Parágrafo 1o. - O Certificado Provisório terá validade de até 24 meses do animal.

Parágrafo 2o. - Serão expedidos certificados de Genealogia de Machos e provindos de cruzamento sobre controle de Genealogia abaixo do percentual de 93,75%(noventa e três virgula setenta e cinco por cento) de sangue Limousin, sendo vetado o registro de sua descendência, devendo ser declarada esta condição no texto do documento.

Art. 43º. - O Registro de qualquer animal só poderá ter processamento concluído após a verificação do cumprimento pelo respectivo proprietário de suas obrigações regulamentares perante o SRG a vista de parecer favorável do técnico que tiver procedido o exame animal.

Art. 44º. - As comunicações de ocorrência endereçadas ao SRG terão entrada registrada em protocolo, onde receberão o número de ordem para identificação e terão andamento preferencial até solução final, após o que serão convenientemente arquivadas.

Parágrafo único: Tais comunicações deverão ser remetidas ao SRG sob registro postal para comprovação da respectiva data da remessa, facultada, no entanto, sua entrada à secretaria do SRG ou as suas dependências fora da sede mediante recibo cuja data será obrigatoriamente consignada.

Art. 45º. - Os prazos estabelecidos neste Regulamento serão sempre contados entre data da ocorrência e da remessa ou entrega da respectiva comunicação.

Art. 46º. - A inspeção dos animais por técnicos será realizada com observância das normas específicas aprovadas pelo Conselho Deliberativo Técnico da ABCL e homologado pelo Ministério da Agricultura do Abastecimento e da Reforma Agrária.

Art. 47º. - A idade de inspeção zootécnica, objetivando o registro definitivo será a partir de 12 meses para machos e fêmeas, sendo que para o Registro Definitivo de machos, estes devem possuir Medida de Circunferência Escrotal mínima de 29 cm, sendo desclassificados os animais que possuírem mensurações inferiores.